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Arte

Um lugar, diferentes olhares

Da pintura à fotografia, artistas brasileiros olharam para os mesmos lugares e cada um revelou uma camada

Um lugar, diferentes olhares

Um mesmo lugar guarda muitas imagens. Ao longo dos séculos, do pincel à câmera, artistas diferentes olharam para os mesmos cantos do Brasil, e cada um revelou uma camada que os outros não viram. Reunimos alguns desses encontros.

Pão de Açúcar, Rio de Janeiro. Tarsila do Amaral, 1945 (acervo MAR), e Vik Muniz, 2012 e 2019, em colaboração com a Parley for the Oceans.

Ouro Preto, Minas Gerais. Djanira, 1967, e Guignard, 1962.

Itanhaém, litoral de São Paulo. Anita Malfatti, 1948 (acervo MAC USP), e Alfredo Volpi, 1949 (acervo MAC USP).

Carnaval, Rio de Janeiro. Di Cavalcanti, 1965, e Heitor dos Prazeres, 1960.

Salvador, Bahia. José Pancetti, por volta dos anos 1950, e Pierre Verger, entre 1946 e 1950.

Palácio do Planalto, Brasília. Oscar Niemeyer, por volta de 1956 e 1957, e Marcel Gautherot, por volta de 1962.

Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Flávia Junqueira, 2021, e Marc Ferrez, por volta de 1885.

MASP, São Paulo. Agostinho Batista de Freitas, 1971, e Lina Bo Bardi (acervo MASP).

Cada olhar revela uma camada do mesmo lugar. Interpretar o que cada um vê, com cuidado e sensibilidade, é o que nos move.

23/06/2026

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