A leitura segue sendo uma das formas mais poderosas de ampliar perspectivas. Neste mês, reunimos quatro livros sobre desastre, verdade, império e os limites da inteligência humana.
Na capa, a biblioteca do Mosteiro de Strahov, em Praga, que abriga cerca de 200 mil volumes e é conhecida por seu acervo histórico e pela arquitetura preservada. É frequentemente citada entre as bibliotecas mais bonitas do mundo.

Midnight in Chernobyl, de Adam Higginbotham. Higginbotham reconstrói, com rigor investigativo, os eventos que levaram ao desastre nuclear de Chernobyl, revelando como falhas técnicas, decisões humanas e uma cultura institucional de sigilo contribuíram para a tragédia.
The Future of Truth, de Werner Herzog. Herzog reflete sobre o significado da verdade em um mundo marcado pela desinformação, propondo a ideia de verdade extática, uma compreensão que ultrapassa os fatos e emerge da experiência humana e da imaginação.
Navegadores: uma viagem através do império perdido de Portugal, de Erika Fatland. A obra percorre os vestígios do primeiro império global português, revelando como sua presença ainda aparece em diferentes partes do mundo e refletindo sobre as heranças culturais e linguísticas que chegam até hoje.
Devoradores de estrelas, de Andy Weir. A narrativa acompanha uma missão solitária no espaço diante de uma ameaça existencial, combinando descobertas científicas, engenhosidade e tensão, enquanto explora os limites da inteligência humana e a importância da colaboração.
Na Tori, a leitura é também uma forma de ampliar perspectivas, conectar contextos e aprofundar reflexões.

